Às vezes alcançamos posições, outras vezes avançamos aos trambolhões. Em terras onde não há comboios nem estações. Mas há canções!
Às vezes alcançamos posições, outras vezes avançamos aos trambolhões. Em terras onde não há comboios nem estações. Mas há canções!
Há dias que nascem dias… a horas que sabem sê-lo.
Há dias que dizem coisas… e sabem dizê-lo.
Outros, não!
Nunca me escapa uma bola branca no céu. Hoje, também não.
E, se calhar, devia. Ou não.
Se eu fosse o super-homem respondia. Mas, não sou (não gosto lá muito daquele tom de azul nem da lycra em contacto com a pele).
E assim sendo, ouço isto!
Ele há dias assim… que estão mesmo a pedir umas lamechices destas. Normalmente chove.
Mesmo que não se olhe para o céu, ela está lá.
Mesmo que se olhe para o céu, ela está lá.
Mesmo que se chore a olhar para o céu, ela está lá.
Mesmo que se chore, sem olhar para o céu, ela está lá.
Por isso, mais vale chorar e olhar para o céu. Ela está lá.
Hoje vou dar uma prenda a mim própria… ou melhor vou mesmo homenagiar-me… mas com o quê? Fartei-me de pensar… podia oferecer-me flores (eu ia gostar…. estou certa), podia oferecer-me umas palavras escritas para mim (e, neste caso… também por mim), uma pedra pequenina redondinha (eu ia apertá-la na minha mão)…
Resolvi que havia antes de ser uma música… daquelas do caraças. Mas há tantas, caramba… olha escolhi esta!