Tenho o racíocinio desarrumado, próprio da filosofia de vão de escada à segunda-feira á tarde… mas não há-de ser por isso que vou deixar de escrevinhar umas coisas…. e a primeira delas é esta:
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Bom, isto para começar, não está a correr nada bem! Então, eu com tantas coisas para dizer e não me saí nada? Vou recomeçar de novo agora com a ajuda de um livro ao meu lado.
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Mau! Nem assim? Tenho eu aqui umas palavras tão bonitas como por exemplo:”(…) Les toasts fondaient dans ma bouche. Je n’avais jamais tant mangé au petit-déjeuner que dans cette ville (…)“
É verdade que eu podia ter escrito exactamente isto, mas não o fiz. Servi-me de alguém para fazer uso delas, sem fazer juz ao copyright (não me apetece que se saiba o que estou a ler).
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Afinal… as palavras servem-nos ou servimo-nos delas?