Às vezes alcançamos posições, outras vezes avançamos aos trambolhões. Em terras onde não há comboios nem estações. Mas há canções!
Às vezes alcançamos posições, outras vezes avançamos aos trambolhões. Em terras onde não há comboios nem estações. Mas há canções!
- Esta coisa assim com as letras separadas até parece uma bela de uma cortina por onde passa a luz.
- (…)
- E ainda dizem que não há soluções aceitáveis…!
Tenho cá para mim que Hope é o raio de uma crença que nos coloca numa situação difícil – a de, por via das evidências em sentido contrário, sermos idiotas de todo.
- Destruam-se as crenças! *
* PS: Em caso de impossibilidade repeat, repeat, repeat, repeat,…!
Nunca tivera a intenção de ser tão idiota, mas sempre se deixara tentar.
Naquele dia, foi-o e, pronto.
PS: nada de grave. apenas algo.
O presente está tenso! Só um leigo pode duvidar.
… mas está vestido de azul e isso é bom.
Há dias que nascem dias… a horas que sabem sê-lo.
Há dias que dizem coisas… e sabem dizê-lo.
Outros, não!
Como em tantas outras noites, evitá-la, é impossível.
Mas hoje, por via da sombra dos prédios altos aqui da zona, é uma red moon que ali está a olhar. Ali, onde ela está e acolá, onde está quem a olha.
- Coisas de uma red moon em tons de azul (que olha e é olhada).
Nos dias em que, enrolados e atabalhoados, os pensamentos são acidos no estomago , parece que nada há a fazer. Nas noites que se seguem a esses dias, algo os faz reagir e entram numa batalha uns com os outros. Liquefazem-se e deixam-nos prostrados.
Mas, depois de várias horas nesse estado, as mais das vezes a olhar para o branco do tecto, percebemos que é fácil.
É mesmo só dizê-lo!
Sim, eu tenho medo. Tenho e digo que tenho.
Sei do que tenho e do que não tenho.
Sei e não sei. Mas tenho.
E isto chateia-me porque tenho uma forte sensação de que não preciso ter, ainda que deva tê-lo.
F*******
Sem que nada indicie que assim seja, pode-se acabar assim, em cima de um qualquer telhado, numa qualquer noite… apenas porque sim!