Há dias e dias e dias de merda, cheios de porras. São azuis, dignos, húmidos, com música, contaditórios, apertados, com flores, constipados, estreitos e apertados, com chuva, arrumados, do avesso, desordenados e sei lá que mais… definitivamente, de merda.
Contá-los é um desperdício de tempo e nem sequer me atrevo a pensar pintá-los de outra cor.
O que ali estava, reflectido pela luz vinda de um céu estupidamente escuro, parecia ser um estranho molho de porras a acabar em f******
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