Um dia onde se pode semear calma. Ele será sempre uma bomba.
Depois, outros virão.
Um dia onde se pode semear calma. Ele será sempre uma bomba.
Depois, outros virão.
No campo, à noite, sonha-se.
Cheira a goivos e a hortelã.
Ouvir destas coisas é fraqueza de idiota… I know, but…
(… aqui para nós, eu não acredito nisso…)
Ele há dias assim… que estão mesmo a pedir umas lamechices destas. Normalmente chove.
Quando os meandros da vida começam a arder, está tudo lixado.
A não ser que se pense que que aquilo que for diferente que seja para melhor.
O que é uma orquestra? O que é uma valsa? O que é isto?
Porra… se eu soubesse!
Hoje, cantarolei esta música sem saber bem porquê.
Agora, ouço-a, igualmente sem saber porquê.
É uma canção triste, sim. Mas, não me faz mal nenhum ouvi-la.
O mal, esse, já cá está, escondido atrás de um caixote de convições.
Num dia de sol assim, a tristeza é ainda mais triste. Mas f***** agora sei de que ela é feita.
Conheço-lhe as curvas e as rectas e mais uma cambada de merdas que tem todo o interesse do mundo mas que só me interessam a mim. No fundo, o mundo todo, sou apenas eu. Esta ideia até nem é lá muito terrível, convenhamos.
EU…? Gosto da palavra.
É minimalista, como deve ser o olhar com que nos vemos. Minimalista e despojada, como deve ser.
A ver se consigo ir mais longe no eu, apenas ou no apenas eu.