Os braços que se prendem em abraços, há dias em que são feitos de mar.
Hoje é um deles. Um abraço feito de mar.
Os braços que se prendem em abraços, há dias em que são feitos de mar.
Hoje é um deles. Um abraço feito de mar.
Tomei-o emprestado. Até posso dizer que… é meu!
That’s right… ninguém consegue o que não quer!
Já o contrário… também não!
Sei o que sinto, porque sinto. Sei o que sei, porque sinto.
Sinto e penso. Acabo por saber o que sinto porque penso.
Mas no fundo, não sei nada, só sinto.
É um erro? Não responde.
Serei? Sim, a 65 a 70%
É? Não, não é.
Devo? Deves, sim.
São? Sim, 1 ou 100%, é igual.
Ramones…!?
Então não se está mesmo a ver que o que aqui está é a sonata para violino nº9 de Beethoven?
Ah, pois claro que é! O que pensavam vocês? Já estou a ver que não percebem nada disto!
E se alguém ousar dizer o contrário… eu nego!!!
O que os meus olhos ouviram… transformado, dá isto.
(é uma música bonita como um raio… não é?)
Mesmo que não se olhe para o céu, ela está lá.
Mesmo que se olhe para o céu, ela está lá.
Mesmo que se chore a olhar para o céu, ela está lá.
Mesmo que se chore, sem olhar para o céu, ela está lá.
Por isso, mais vale chorar e olhar para o céu. Ela está lá.
Este meu lado naive de merda só me arranja sarilhos! É assim uma espécie de “umbiguite”, seja lá isso o que for. Para além de me lixar a vida, mal não há-de fazer, digo eu que não acredito no que digo.
Mas o que hei-de eu fazer se não sei ser de outro modo?
Todos os dias o vejo, eu olho para ele e ele deixa-se olhar.
De longe, de perto ou sem nos vermos. Sabemos que estamos.
… é assim, ir ao mar e voltar!