Uma das coisas mais simples e verdadeira da fdp desta vida é esta “… ou se têm, ou não se têm”
Podem confiar em mim e, passar-me a citar por aí. Eu sei do que falo.
Eu até podia explicar esta ideia… mas não me apetece. Quem tiver, chega lá!
Uma das coisas mais simples e verdadeira da fdp desta vida é esta “… ou se têm, ou não se têm”
Podem confiar em mim e, passar-me a citar por aí. Eu sei do que falo.
Eu até podia explicar esta ideia… mas não me apetece. Quem tiver, chega lá!
Lembro-me de levar com o vento na cara enquanto ouvia isto em 82. Tenho-me lembrado sempre dela quando preciso de levar com o vento na cara. Hoje, ouço-a de novo, a levar com o vento na cara… mas desta vez o vento mistura-se com outras porras sem interesse nenhum, mas isso também não interessa nada. Ouço-a, ponto.
A grande porra é que o mais difícil é sempre o mais simples.
E o mais simples, o mais verdadeiro.
E o mais verdadeiro, o que mais amedronta.
E… grande porra!
Há por aí uns momentos, dormentes de todo… sabe-se lá porquê?!
E porque raio estarão eles assim, dormentes de todo?!
Podiam… sei lá… materializarem-se, desfazerem-se ou mudarem de estado (… pode ser em oxigéneo).
Ninguém é aquele que foi inventado para que alguém finja que não está só.
.. é a melhor definição que eu conheço!