Está vento e eu esvoaço.
…caem pedaços, não sei o que lhes fazer!
Está frio e eu enregelo.
… sobram pedaços, desconexos, que não encaixam!
Vou guardá-los a eles, congelar-me a mim.
Conservar-nos-emos assim, até um dia.
Está vento e eu esvoaço.
…caem pedaços, não sei o que lhes fazer!
Está frio e eu enregelo.
… sobram pedaços, desconexos, que não encaixam!
Vou guardá-los a eles, congelar-me a mim.
Conservar-nos-emos assim, até um dia.
A despropósito (ou não) … lembrei-me da palavra erro.
Desprezo-a.
Os dois “RR” da nossa palavra erro são duplamente reprovadores e isso irrita-me (… cá está mais uma palavra com dois RR… daquelas que põem logo a saltitar umas coisas cá dentro).
Em alternativa, uso a palavra mistake. É uma palavra suave e não traz nada por acréscimo. Trata-se de 2 sílabas, da ”mis” e do ”take“… e, sejam lá o que forem cada um deles… a suavidade sonora da palavra, basta-me.
O futuro da mis e do take, seja o que for, será empre… another day!
A humidade amolece e humidifica. Há muito que é sabido. Sabido por quem vive no meio dela, por quem a visita e por todos os sonhadores.
A concentração de humidade no ar em certos domingos, cujos efeitos secundários ainda não estão estudados, mede-se em sons.
Desconhece-se igualmente a relação de interdependência entre ela e outras porras.
Para quem quiser calcular…
Caso se esteja marimbando na estatísitca e/ou na humidade e/ou nas porras… esqueça! Ouça apenas!
Em dias azuis como hoje… lembro-me sempre deste aqui!
E volto empre cá… e ouço sempre esta música que cá está.
É bom saber que há, assim, coisas em tons de azul e aqui.
?
Assim de repente… não sei!
?
A verdade é que se pensar… também não sei.
?
E se abrir muito os olhos ao pensar… também não.
?
E se pensar e coçar a cabeça ao mesmo tempo… idem.
?
Lá no fundo, nada sabemos… apenas especulamos!
(… o que não é mau de todo!!!)