Arquivo de Setembro, 2008

29
Set
08

sem porras

Love what you do… seja lá o que for!

Simples, não é? Porque raio há por aí uns seres complicados que teimam em baralhar-nos com umas porras que ao fim e ao cabo são dispensávei, inúteis e no limite, umas verdadeiras consumidoras de energia vital?

 ”love what you do”… sem porras!

26
Set
08

sem título

 

De mim para… quem a aceitar!

É uma boa música, lá isso é verdade!

24
Set
08

é lixado ser ignorante

Que raio de porra é esta…

… de quem nem sei a cor, nem sei o nome… que me visita… às vezes… muitas… que existe e que persiste… assim, sem mais nem menos?

(… é lixado ser ignorante)

 

 

20
Set
08

song for a heart

 

13
Set
08

com ou sem saída

by me :)

Pois… olhando aqui para esta foto… fico assim a pensar se o que lá está é uma entrada ou uma saída?

Ou será antes uma ilusão?

11
Set
08

on the radio

Qualquer passado pode sair de um qualquer radio que toca num qualquer carro, que circula numa qualquer estrada.

E, sem pedir licença, aí ficar, em suspenso, por muito tempo,

10
Set
08

Entra, mar!

Ainda se…… o raio de mar me entrasse assim pelo quarto… logo de manhã… para me acordar… eu cá fechava os olhos e ouvia-o… só!

 

09
Set
08

a vida é uma trampa

E eu até gosto de brincar… e estou sempre a fazê-lo… só que há brincadeiras que magoam como a merda!

E eu até tenho coração…  é o mesmo que ri… que chora … mas que bate sempre (por enquanto).

Anyway…

… eu cá sou pela liberdade individual… cada um faz o que lhe faz sentido fazer… e cada um aguenta-se como pode com as merdas que os outros fazem. Assim como assim… a vida é uma grandessissima merda! Uma trampa mesmo!

Agora até tá sol…. mas isso não a faz melhor. Só mais iluminada!

08
Set
08

To be by your side

O sol está frio.

A luz do dia está crua.

A crueza da vida continua the same son of a bitch.

05
Set
08

Hoje vou prendar-me!

Hoje vou dar uma prenda a mim própria… ou melhor vou mesmo homenagiar-me… mas com o quê? Fartei-me de pensar… podia oferecer-me flores (eu ia gostar…. estou certa), podia oferecer-me umas palavras escritas para mim (e, neste caso… também por mim), uma pedra pequenina redondinha (eu ia apertá-la na minha mão)…

Resolvi que havia antes de ser uma música… daquelas do caraças. Mas há tantas, caramba… olha escolhi esta!