28
Mai
10

há festa no céu

Às vezes há.

22
Mai
10

of self

Há poucas coisas que saibam tão bem ao Self como ser polinizado.

De preferência, junto ao chão, posição que é inerentemente absurda mas que é a que melhor tira proveito daquilo que  por efeito da orografia e com  grau 2 da Escala de Beaufort, por ali anda.

E, graças ao que por ali anda, desanda, tresanda e outras coisas que agora não interessam nada, as merdas e as merdas emaranham-se de um ponto de vista cheio de pólen,  do lado esquerdo.

Nada de relevante, apenas mais uma tendência.

PS:  F******

19
Abr
10

desabafo light

IT = ME = EU

PS:  Isto é um desabafo light, para não lhe chamar outra coisa que até nem ficava nada mal por aqui.

31
Mar
10

título para quê

Há dias e dias e dias de merda, cheios de porras. São azuis, dignos, húmidos, com música, contaditórios, apertados, com flores, constipados, estreitos e apertados, com chuva, arrumados, do avesso, desordenados e sei lá que mais… definitivamente, de merda.

Contá-los é um desperdício de tempo e nem sequer me atrevo a pensar pintá-los de outra cor.

O que ali estava, reflectido pela luz vinda de um céu estupidamente escuro, parecia ser um estranho molho de porras a acabar em f******

24
Mar
10

probabilidade dupla

Estatisticamente falando, dir-se-ia que a probabilidade é dupla.

Dupla no sentir. Um sente e o outro… tanto faz, desde que sinta.

17
Mar
10

às voltas com a morte

O bem que a finitude encerra é a sua certeza. Mesmo assim, o sol envergonhou-se no dia em que a morte lhe falou.

A tranquilidade da partida, essa, é incerta. Mesmo assim, sentiu-se alguma paz para os dias e para as noites que aí vinham.

Assim, têm sido os últimos pedaços de vida.

Há coisas, que não se sabendo, fazem diferença. As mais das vezes, são elas que mudam tudo. Dás-me a mão, dás?

17
Fev
10

moments

Eles, que tinham em comum, ligeiras impressões, por momentos, calaram-se.

Mas, o fosco desalinhamento do azul, alinhou-os.

15
Fev
10

a ver se passa

Olha vida… agora que sabes que tenho frio, digo-te também que tenho medo. Daquele medo que não tem cor, daquele que, no meio do branco, se insinua azul e mata todos os dias um bocadinho.

O melhor é por esta em repeat… repeat… repeat para ver se passa.

PS:  Sabes vida, essa coisa de fazer o difícil, até pode ser fácil. Pode ser, mas não cura… e olha que eu sei do que falo.

05
Fev
10

com poeira nos olhos

À noite, numa grande varanda. Era quase verão.

31
Jan
10

every time

doí.
é tudo.




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